14 de jan. de 2013

Eu sei...

Sei que não sou mãe do mundo...

Sei que não deveria me preocupar tanto assim...

Mas como ser abster quando vejo alguém que eu amo num processo de auto destruição?

Quem me conhece de verdade sabe que eu não escuto Manowar a tôa... Eu levo realmente a sério essa questão de honra, de lealdade, de coragem em enfrentar os desafios do cotidiano da forma mais correta possível, óbvio que nem sempre tenho sucesso, afinal, não sou perfeita... Mas pelo menos eu tento encarar as coisas e não fujo dos meus problemas, muitas vezes eu postergo a batalha prá me fortalecer, apenas isso.

Já me meti muito na vida dos outros tentando ajudar, e em 90% dos casos eu me ferrei violentamente, por isso optei por ficar mais calada, deixando o pau quebrar e deixando que cada um aprenda com a suas lutas de vida. Mas como agir quando a situação envolve um amor de tantos anos? 

Não quero ver quem eu amo se ferrar enquanto eu fico aqui, sentadinha, olhando tudo acontecer, sendo omissa... Mas ao mesmo tempo todo mundo me critica, falando que eu devia era deixar ele se ferrar prá aprender a dar valor a tudo que ele tinha e jogou fora por pura infantilidade e orgulho...

E agora uma coisa rara acontece na minha vida: eu simplismente não sei o que fazer...

Não vou conseguir segurar a fúria do mundo contra ele prá sempre... 

Me sinto como Athena e Kratos, ele, o deus da Guerra, querendo destruir a tudo e todos e ela, a deusa da Sabedoria, da Justiça e das Artes, tentando conter a fúria do Olympo contra o antes mortal, agora deus caído...

No God of War, Kratos acaba matando Athena...

Espero que esse não seja o meu fim...


Pandemia, escolas fechadas e Cloroquina

Depois de um longo período de isolamento, trabalho duro e reflexão, retomo as atividades do Blog da Kau com um desabafo. Senta que lá vem te...